Ninguém merece viver travado, com dor e medo de se movimentar. Conheça um tratamento especializado para hérnia de disco e dor ciática, com abordagem conservadora, sem cirurgia e foco na recuperação da capacidade funcional.
Abordagem conservadora e individualizada
Foco na recuperação da capacidade funcional
A dor deixa de ser apenas um incômodo e passa a interferir na sua rotina.
Você começa a mudar a forma de sentar, de dormir, de dirigir, de trabalhar e até de se abaixar. Em muitos casos, sem perceber, a vida vai sendo organizada em volta da dor.
E o que mais angustia não é só o desconforto.
Muitas vezes, a perda de função acontece aos poucos, e a pessoa só percebe quando várias atividades já foram afetadas.
Se você se identificou com 3 ou mais dessas situações, continue lendo. O que você vai entender nesta página pode mudar a forma como você enxerga o seu problema.
Entender o que pode estar acontecendo
Entre uma vértebra e outra existem discos que ajudam a absorver impacto e distribuir carga.
Quando esse disco sofre sobrecarga, desgaste ou alterações ao longo do tempo, parte do seu conteúdo pode se deslocar. Dependendo do caso, isso pode gerar uma hérnia de disco.
Quando essa alteração irrita ou comprime uma raiz nervosa, a dor pode sair da lombar e irradiar para o glúteo, coxa, panturrilha e pé.
Lombar ou cervical: onde o problema costuma começar, mesmo quando não é ali que mais dói.
A dor passa a incomodar ao sentar, dirigir e levantar da cadeira.
Sensação de peso, dor que desce e dificuldade para se vestir.
Formigamento, dormência, queimação ou choque na perna e no pé.
Por isso, muita gente sente dor na perna, formigamento ou choque, mas a origem está na coluna.
O mecanismo é o mesmo. Quando o disco cervical sofre sobrecarga ou uma raiz nervosa é irritada no pescoço, a dor pode sair dali e descer para o ombro, o braço e a mão.
O raciocínio é o mesmo da lombar: entender o que está gerando o sintoma antes de escolher a técnica. Os recursos usados no tratamento você encontra mais abaixo.
É muito comum ouvir no consultório:
“Eu só me abaixei e travou.”
Na maioria das vezes, esse movimento foi apenas o gatilho final.
Antes disso, a coluna já vinha acumulando sobrecarga com:
A hérnia de disco não é, necessariamente, um problema de idade. Ela também pode acontecer em pessoas jovens, ativas e que convivem com hábitos repetitivos há muito tempo.
A dor melhora por alguns dias, você volta à rotina e acredita que resolveu. Depois, ela reaparece.
Você evita se mexer, tenta “não forçar” e começa a conviver com medo de piorar.
Um ciclo de várias sessões, com pouco tempo de atendimento, muitos aparelhos e pouca investigação real sobre a causa do problema.
“Se a fisioterapia não resolveu, então deve ser caso de cirurgia.”
Nem sempre.
Em muitos casos, o que faltou foi um tratamento mais direcionado, com tempo, raciocínio clínico e um plano construído para aquele corpo.
Muita gente chega assustada com palavras como protrusão, abaulamento, degeneração e hérnia. O exame é importante, mas ele precisa ser interpretado junto com:
O laudo mostra o achado clínico. Ele serve como complemento da avaliação.
Na consulta vamos olhar para você, seus sintomas, sua história e sua rotina. Com raciocínio clínico, testes clínicos e associação de técnicas, vamos tratar a causa.
O laudo olha para o achado. A consulta olha para você. É muito comum pessoas terem achados clínicos, não sentirem nada e não precisarem de tratamento.
Cada caso é analisado de forma individual. Na consulta, a Dra. Celiane observa:
o que você sente
há quanto tempo isso acontece
quais movimentos agravam
quais movimentos aliviam
como a coluna responde aos testes
o que já foi tentado antes
como esse problema está afetando sua rotina
A partir disso, é montado um plano de tratamento. Dentro desse plano, podem ser utilizados recursos como:
sempre de acordo com a necessidade do caso.
O foco não é repetir um protocolo. É escolher o que faz sentido para aquele paciente, naquela fase.
A mesa se move de forma controlada, acompanhando o movimento da sua coluna. Isso permite trabalhar a região lombar com o corpo relaxado, criando espaço entre as vértebras e reduzindo a pressão sobre o disco e a raiz nervosa, sem esforço da sua parte.
Mesa de flexo-distração no consultório da Dra. Celiane.
Aplica uma força suave e controlada no pescoço para reduzir a compressão sobre a estrutura irritada e aliviar os sintomas que descem para o ombro, o braço e a mão.
Tração cervical realizada no consultório da Dra. Celiane.
As duas mesas entram conforme o caso e a fase do tratamento, junto com terapia manual, manipulação e exercícios específicos. Nenhuma delas é usada como recurso isolado.
Cirurgia, fisioterapia genérica ou um tratamento especializado para a sua coluna. Entender a diferença entre eles ajuda você a tomar uma decisão com mais segurança.
atendimento rápido · vários pacientes · protocolo comum
abordagem conservadora · individualizada · sem cirurgia
indicada em casos específicos
Nota · [inserir a fonte da estatística]
Mais do que diminuir o sintoma, o objetivo é devolver capacidade funcional. Isso significa voltar a:
A dor pode até ser o motivo que traz o paciente para o consultório. Mas o que ele realmente quer recuperar é a vida que foi limitada por ela.
A fisioterapia entrou na vida da Dra. Celiane pelo incentivo da própria mãe, que ela acompanhou de perto durante um tratamento de reabilitação.
Em 2001, começou a atender em consultório. Desde então, buscou formações e especializações no Brasil e no exterior para aprimorar sua prática clínica.
Em 2018, decidiu concentrar seu trabalho no estudo e no tratamento das patologias da coluna: hérnia de disco, dor no nervo ciático, dor lombar e dor cervical. É uma área que exige atualização constante, e é nela que ela segue se aprofundando.
Estrutura própria em Siqueira Campos, no Paraná, preparada para o tratamento especializado da coluna.
Espaço Velasque · Rua Marechal Floriano Peixoto, 1444 · Siqueira Campos, Paraná.
Se você sente que sua rotina, seus movimentos e sua autonomia já foram afetados pela coluna, vale entender o seu caso com mais clareza antes de aceitar que terá de conviver com isso.
A consulta com a Dra. Celiane é o primeiro passo para descobrir o que está por trás da sua dor e quais caminhos ainda existem para recuperar função e qualidade de vida.
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