Espaço Velasque · Siqueira Campos, PR

Resolva o problema na coluna,mesmo que a dor já tenha limitado a sua autonomia.

Ninguém merece viver travado, com dor e medo de se movimentar. Conheça um tratamento especializado para hérnia de disco e dor ciática, com abordagem conservadora, sem cirurgia e foco na recuperação da capacidade funcional.

Dra. Celiane Velasque

Sem cirurgia

Abordagem conservadora e individualizada

Em média, seis semanas

Foco na recuperação da capacidade funcional

Tratamento sem cirurgia Sem remédio Fisioterapeuta especializada em coluna Atendimento particular em Siqueira Campos
Quando a dor passa a organizar a rotina

Quando a coluna dói, você não consegue nem fazer até as coisas mais simples do dia a dia, perdendo capacidade e funcionalidade

A dor deixa de ser apenas um incômodo e passa a interferir na sua rotina.

Você começa a mudar a forma de sentar, de dormir, de dirigir, de trabalhar e até de se abaixar. Em muitos casos, sem perceber, a vida vai sendo organizada em volta da dor.

E o que mais angustia não é só o desconforto.

Mulher com dor na coluna ao se levantar do sofá em casa
É a sensação de que o corpo já não responde como antes.
Identificação

Você se identifica com pelo menos 3 dessas situações?

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0 de 8 situações marcadas Toque nas situações que fazem parte da sua rotina hoje.

Muitas vezes, a perda de função acontece aos poucos, e a pessoa só percebe quando várias atividades já foram afetadas.

Se você se identificou com 3 ou mais dessas situações, continue lendo. O que você vai entender nesta página pode mudar a forma como você enxerga o seu problema.

Entender o que pode estar acontecendo
O que pode estar acontecendo

A dor pode descer para a perna. Mas a origem do problema pode estar na coluna.

Ilustração de duas vértebras com um disco intervertebral saudável e a raiz nervosa livre
Ilustração de uma hérnia de disco comprimindo a raiz nervosa

Entre uma vértebra e outra existem discos que ajudam a absorver impacto e distribuir carga.

Quando esse disco sofre sobrecarga, desgaste ou alterações ao longo do tempo, parte do seu conteúdo pode se deslocar. Dependendo do caso, isso pode gerar uma hérnia de disco.

Quando essa alteração irrita ou comprime uma raiz nervosa, a dor pode sair da lombar e irradiar para o glúteo, coxa, panturrilha e pé.

Lombar

Onde o problema costuma começar, mesmo quando não é ali que mais dói.

Glúteo

A dor passa a incomodar ao sentar, dirigir e levantar da cadeira.

Coxa

Sensação de peso, dor que desce e dificuldade para se vestir.

Panturrilha e pé

Formigamento, dormência, queimação ou choque na perna e no pé.

Por isso, muita gente sente dor na perna, formigamento ou choque, mas a origem está na coluna.

Coluna cervical

A dor não fica só na lombar. A cervical também trava.

O mecanismo é o mesmo. Quando o disco cervical sofre sobrecarga ou uma raiz nervosa é irritada no pescoço, a dor pode sair dali e descer para o ombro, o braço e a mão.

dor no pescoço que desce para o ombro ou o braço
formigamento ou dormência na mão
dor de cabeça que começa na nuca
rigidez para virar a cabeça
dificuldade para dormir por causa da posição
sensação de perda de força no braço

Tração cervical

Aplica uma força suave e controlada no pescoço para reduzir a compressão sobre a estrutura irritada e aliviar os sintomas que descem para o braço.

Dentro de um plano

A tração entra conforme o caso e a fase do tratamento, junto com terapia manual e exercícios. Nunca como recurso isolado.

Por que isso acontece

A coluna pode travar em um movimento. Mas o problema quase sempre começou antes.

É muito comum ouvir no consultório:

“Eu só me abaixei e travou.”

Na maioria das vezes, esse movimento foi apenas o gatilho final.

Antes disso, a coluna já vinha acumulando sobrecarga com:

muitas horas sentado rotina com pouco movimento repetição dos mesmos esforços movimentos feitos sempre do mesmo jeito musculatura despreparada para a demanda do dia a dia crises antigas que nunca foram tratadas até o fim

A hérnia de disco não é, necessariamente, um problema de idade. Ela também pode acontecer em pessoas jovens, ativas e que convivem com hábitos repetitivos há muito tempo.

O caminho que muita gente percorre

A dor aparece e começa um ciclo que parece não terminar

01

Primeiro vem o remédio

A dor melhora por alguns dias, você volta à rotina e acredita que resolveu. Depois, ela reaparece.

02

Em seguida vem o repouso

Você evita se mexer, tenta “não forçar” e começa a conviver com medo de piorar.

03

Depois, fisioterapia genérica

Um ciclo de várias sessões, com pouco tempo de atendimento, muitos aparelhos e pouca investigação real sobre a causa do problema.

04

E então vem a conclusão

“Se a fisioterapia não resolveu, então deve ser caso de cirurgia.”

Nem sempre.

Em muitos casos, o que faltou foi um tratamento mais direcionado, com tempo, raciocínio clínico e um plano construído para aquele corpo.

Mitos e crenças

O que você ouviu sobre coluna pode estar aumentando o seu medo.

Repouso pode até aliviar uma crise aguda por pouco tempo, mas não recupera função nem prepara o corpo para voltar à rotina.
Movimento não é o inimigo. O problema é fazer o movimento errado, na fase errada e sem orientação.
Dor irradiada assusta, mas precisa ser analisada com cuidado. Ela não define sozinha a gravidade do quadro.
Em muitos casos, o problema não foi a fisioterapia em si, mas a falta de um tratamento realmente direcionado.
Não. O que mais pesa são os hábitos, a sobrecarga repetida e a forma como o corpo lida com a rotina.
Exame não é sentença

A ressonância mostra alterações. Mas ela não conta toda a história sozinha.

Muita gente chega assustada com palavras como protrusão, abaulamento, degeneração e hérnia. O exame é importante, mas ele precisa ser interpretado junto com:

os seus sintomas
o comportamento da sua dor
os movimentos que pioram
os movimentos que aliviam
sua força
sua sensibilidade
sua capacidade funcional
Imagem de ressonância magnética da coluna lombar

O laudo

O laudo mostra o achado clínico. Ele serve como complemento da avaliação.

A consulta

Na consulta vamos olhar para você, seus sintomas, sua história e sua rotina. Com raciocínio clínico, testes clínicos e associação de técnicas, vamos tratar a causa.

O laudo olha para o achado. A consulta olha para você. É muito comum pessoas terem achados clínicos, não sentirem nada e não precisarem de tratamento.

Como a Dra. Celiane trabalha

O tratamento começa entendendo a sua dor. Não escolhendo uma técnica antes disso.

Cada caso é analisado de forma individual. Na consulta, a Dra. Celiane observa:

01

o que você sente

02

há quanto tempo isso acontece

03

quais movimentos agravam

04

quais movimentos aliviam

05

como a coluna responde aos testes

06

o que já foi tentado antes

07

como esse problema está afetando sua rotina

A partir disso, é montado um plano de tratamento. Dentro desse plano, podem ser utilizados recursos como:

terapia manual exercícios específicos flexo-distração tração cervical manipulação (osteopatia e quiropraxia) aparelhos de última geração

sempre de acordo com a necessidade do caso.

O foco não é repetir um protocolo. É escolher o que faz sentido para aquele paciente, naquela fase.

Comparativo

Antes de decidir o próximo passo, compare os caminhos com clareza.

Cirurgia, fisioterapia genérica ou um tratamento especializado para a sua coluna. Entender a diferença entre eles ajuda você a tomar uma decisão com mais segurança.

Opção 01

Fisioterapia genérica

atendimento rápido · vários pacientes · protocolo comum

  • Pode aliviar a dor em alguns momentos
  • Nem sempre investiga a causa do problema
  • Costuma ter pouco tempo por paciente
  • Frequentemente trabalha com recursos mais passivos
  • Pode gerar melhora temporária, sem recuperar função de verdade
Tempovariável, muitas vezes sem um plano claro
Focoreduzir sintomas
Limitaçãopouca individualização
Recomendado
Opção 02

Tratamento com a Dra. Celiane

abordagem conservadora · individualizada · sem cirurgia

  • Busca entender a causa do seu quadro
  • Plano construído para a sua resposta clínica
  • Atendimento individual
  • Combina recursos conforme a fase do tratamento
  • Foco em recuperar função, movimento e segurança
  • Abordagem conservadora, sem partir direto para cirurgia
Tempoem média, seis semanas
Focodor + causa + capacidade funcional
Diferencialplano individualizado
Quero entender meu caso
Opção 03

Cirurgia

indicada em casos específicos

3%dos casos de hérnia de disco chegam a precisar de cirurgia
  • Pode ser necessária em situações bem definidas
  • Costuma ser considerada quando há sinais neurológicos importantes ou quando o caso não responde ao tratamento conservador
  • Exige avaliação médica
  • Envolve recuperação pós-operatória
  • Não deve ser vista como primeira resposta para todo quadro de hérnia ou dor ciática
Tempovaria conforme o procedimento e recuperação
Focoresolução cirúrgica da estrutura
Importanteprecisa de indicação correta

Nota · [inserir a fonte da estatística]

O que muda na prática

O tratamento começa a fazer sentido quando você volta a fazer o que a dor tinha interrompido.

Mais do que diminuir o sintoma, o objetivo é devolver capacidade funcional. Isso significa voltar a:

levantar da cama com mais liberdade
se vestir sem sofrimento
dirigir com mais segurança
trabalhar melhor
dormir melhor
se abaixar sem medo
caminhar com menos limitação
retomar atividades físicas
confiar de novo no próprio corpo

A dor pode até ser o motivo que traz o paciente para o consultório. Mas o que ele realmente quer recuperar é a vida que foi limitada por ela.

Depoimentos

Histórias de quem voltou a fazer o que tinha parado.

Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque
Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque Depoimento de paciente do Espaço Velasque
Retrato da Dra. Celiane Velasque
Quem é a Dra. Celiane

Uma trajetória construída para tratar coluna com mais profundidade e menos automatismo.

A fisioterapia entrou na vida da Dra. Celiane a partir da experiência de acompanhar a recuperação da própria mãe.

Em 2018, decidiu voltar ao consultório com outra proposta. Foi nesse momento que aprofundou sua formação em terapia manual, osteopatia, Método McKenzie, TMA e outros recursos voltados ao tratamento de coluna.

Hoje, seu foco está especialmente em hérnia de disco, dor ciática e outros quadros que afetam a função e a autonomia do paciente.

Dra. Celiane Velasque Especialista em coluna · Mais de 20 anos de atuação Atendimento particular em Siqueira Campos, Paraná
Perguntas frequentes

Ainda ficou alguma dúvida?

Não necessariamente. Você pode procurar a fisioterapeuta diretamente.
Não obrigatoriamente. Se você já tiver exames, eles ajudam. Se não tiver, o caso pode ser analisado clinicamente.
Isso depende do seu quadro. Em média, o plano gira em torno de seis semanas, mas a definição acontece após a consulta.
Porque aqui o foco é entender o comportamento da sua dor e montar um plano a partir disso, com atendimento individual.
Não. Os aparelhos podem ser complementares, mas não são o centro do tratamento.
Não. Cirurgia tem indicação em casos específicos.
Na maioria dos casos, sim. O retorno depende da fase do tratamento e da resposta do seu corpo.
Rua Marechal Floriano Peixoto, 1444, Siqueira Campos, Paraná.
Último passo

A dor já limitou parte da sua vida. Ela não precisa continuar decidindo por você.

Se você sente que sua rotina, seus movimentos e sua autonomia já foram afetados pela coluna, vale entender o seu caso com mais clareza antes de aceitar que terá de conviver com isso.

A consulta com a Dra. Celiane é o primeiro passo para descobrir o que está por trás da sua dor e quais caminhos ainda existem para recuperar função e qualidade de vida.

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